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VELHO GATO SÁBIO

Os gatos são uma fonte inesgotável de conversa para quem, como eu, há muito se rendeu completamente à sua sublime beleza e ancestal sabedoria...

VELHO GATO SÁBIO

Os gatos são uma fonte inesgotável de conversa para quem, como eu, há muito se rendeu completamente à sua sublime beleza e ancestal sabedoria...

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Citação sobre gatos em destaque

“O tempo passado com os gatos nunca é desperdiçado.” May Sarton

Os gatos conseguem tudo o que querem

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É espantoso o que hoje em dia os cientistas conseguem descobrir com as suas investigações e experiências. Para compreender um pouco melhor aquela intrigante “mania” dos gatos saberem exatamente como obter o que querem dos seus humanos, vejamos o que revelou um estudo científico conduzido pela investigadora Karen McComb da Universidade do Sussex, na Inglaterra, publicado no “Current Biology”.

 

Inspirada pelo seu gato Pepo, a Dra. McComb pediu a diversos humanos que gravassem os miados dos seus gatos, e depois de analisar os sons dos pequenos felinos chegou à conclusão de que os gatos emitem os seus miados agudos entre os 220 e os 520 hertz de frequência, semelhante aos bebés quando choram, os quais usam uma frequência entre os 300 e os 600 hertz. Ora  os humanos adultos têm dificuldade em ignorar o choro dos bebés. Assim, os gatos aprenderam a usar contemporaneamente dois mecanismos diferentes para misturar os “ronrons” e os miados quando querem pedir alguma coisa, sobretudo comida: os primeiros são emitidos a baixa frequência, que é mais agradável e relaxante, e os segundos mais insistentes, através das vibrações das suas cordas vocais.  

Outra coisa que eles conseguiram aprender foi direcionar o nosso comportamento para lhes satisfazer as vontades, utilizando “técnicas” como aquela de se esfregarem e passarem por entre as nossas pernas enquanto nós caminhamos. Muito espertos, estes gatos. Deste modo, nós somos “obrigados” a parar e a prestar-lhes atenção.

 

Quando um jornalista da BBC perguntou em entrevista à Dra. McComb como se sentia depois de saber que o seu gato a tinha “manipulado” todos estes anos, a cientista respondeu que o seu gato Pepo lhe tinha permitido publicar um estudo numa revista prestigiosa, por conseguinte estava “perdoado”. E nós, não é que não fazemos o mesmo? A um miado insistente não perdoamos logo a maçada e damos ao nosso gato o que ele quer?

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