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VELHO GATO SÁBIO

Os gatos são uma fonte inesgotável de conversa para quem, como eu, há muito se rendeu completamente à sua sublime beleza e ancestal sabedoria...

VELHO GATO SÁBIO

Os gatos são uma fonte inesgotável de conversa para quem, como eu, há muito se rendeu completamente à sua sublime beleza e ancestal sabedoria...

Caríssimos amigos gatófilos e demais visitantes

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Citação sobre gatos em destaque

“O tempo passado com os gatos nunca é desperdiçado.” May Sarton

Viagens com gatos - parte II

Quem tem possibilidade de ir de férias para um país estrangeiro, levando o companheiro gato, precisa planear a viagem com maior detalhe. A primeira coisa a fazer é recolher informações acerca das normas sanitárias do país escolhido. Por exemplo, no caso das Ilhas Britânicas, antes da nova lei que entrou em vigor em 2012, existiam leis bastante severas no que respeita à entrada de animais, as quais impunham obrigatoriamente um período de quarentena que podia ir até os seis meses. Ora isso arruinaria qualquer plano de férias com o nosso amado gato! Ou até mesmo uma simples estadia temporária para estudo ou trabalho. Claro que havia quem tivesse meios que permitiam contornar a situação. Como fez a atriz Elisabeth Taylor, numa ocasião em que precisou de permanecer na Inglaterra por um breve período, para rodar algumas cenas de um filme. Tendo levado consigo um gato que adorava, para evitar a quarentena dos seis meses, instalou-se com o gato num yacht fora das águas territoriais britânicas. Ia e vinha de escaler conforme as necessidades. Mas isso era para quem podia...

 

Felizmente que no Reino Unido a entrada com o animal de companhia tornou-se um pouco mais fácil. Agora, o que é preciso é que o gato tenha microchip, seja vacinado contra a raiva (e terem decorridos pelo menos 21 dias após a vacina), esteja desparasitado, e tenha o “Passaporte para animal de companhia” da União Europeia emitido por um veterinário clínico. De qualquer forma, convém sempre dar uma espreitadela ao site www.defra.gov.uk/pets para conferir todas as regras na eventualidade de ocorrer entretanto alguma alteração nas mesmas. Também deveremos estar atentos no preenchimento dos documentos para não errar. Queremos evitar a não permissão de entrada do animal e a respetiva quarentena, certo? Outros países requerem certificados emitidos pelos serviços veterinários oficiais das suas entidades competentes, por conseguinte, nada de deixar esses procedimentos ao acaso e para o último dia.

 

Também é importante verificar junto da companhia aérea, caso o meio de transporte a utilizar seja o avião, quais as suas normas de transporte de animais domésticos, as quais podem variar de companhia para companhia. Algumas não permitem o transporte nem mesmo de animais pequenos como os gatos e pronto. Por isso, antes de comprar os bilhetes, é bom não transcurar esse aspeto para não ter surpresas desagradáveis. Todas as companhias exigem que o animal viaje numa transportadora, de acordo com as normas da IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo). Devem ser sólidas e robustas, bem ventiladas e a portinhola deve estar bem fechada para evitar a abertura acidental. Há companhias que requerem contentores especiais e não permitem, por exemplo, que o gato viaje na cabine se tiver mais de 7 kg, nem que tenha uma idade inferior a 16 meses se forem voos de longo curso. Duas horas antes da partida, é conveniente dar ao gato uma refeição ligeira e água. Caso o gato seja nervoso, alguns instantes antes do embarque poderá dar-se-lhe um tranquilizante, mas somente se for prescrito pelo veterinário. Dentro da transportadora, que deve ter uma mantinha confortável, é importante colocar um objeto que seja familiar ao gato (podendo ser um que tenha o nosso odor, melhor) para lhe fazer companhia e o tranquilizar durante a viagem.

 

Se optarmos por uma viagem de comboio, basta levar o gatinho numa normal transportadora. Muitas companhias ferroviárias permitem que ele viaje connosco na cabine. Outras nem por isso, pelo que o pobrezinho terá de ir na bagageira do comboio. De barco também é possível transportar o amiguinho mas pode sair um pouco mais caro. Em geral os gatos não sofrem de mal de mar, pelo que a viagem deverá decorrer com tranquilidade. A desvantagem é que nem sempre existem a bordo veterinários que possam prestar assistência médica em caso de necessidade, tendo em conta que normalmente as viagens de barco são longas, com exceção naturalmente de trajetos breves de ilha para ilha, ou do continente para as ilhas...

 

Façam o favor de fazer boas viagens e de gozar umas boas férias.

 

gatinho no saco.jpg

 

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